(Magda)
Passei alguns minutos a pensar no
que fazer e acho que cheguei a uma conclusão. Peguei no telemóvel e mandei uma
mensagem à Carol pois ela deve estar a trabalhar.
Para: Carolina
- Ei, dá-me o número do Licha e não
faças perguntas depois explico-te :p
Como era de esperar ela demorou um
bom bocado a responder.
De: Carolina
- Logo quero saber tudo! 91*******
Copiei o número e liguei
imediatamente. Expliquei-lhe qual era a minha ideia e ele prontamente decidiu
ajudar, até perguntou se podia fazer mais alguma coisa mas disse-lhe que para
já não só rezar que tudo corresse na perfeição. Depois de desligar preparei uma
pequena mala com roupa para levar para Lisboa. Quando finalmente me sentei no
sofá para descansar desta correria toda é que caí em mim.
- Ó Magda, preparaste tudo, combinaste
as coisas mas nem sequer falaste com os teus pais, és mesmo inteligente – disse eu em
voz alta feita maluca. Como vou dizer aos meus pais que quero ir uma semana
para Lisboa assim do dia para a noite? Eles vão-me matar e se calhar nem sequer
vão deixar! Mas também agora não vale a pena sofrer por antecipação, quando
vierem almoçar eu falo com eles e logo se vê.
Liguei
a televisão para me distrair um pouco e assim o tempo passou a voar. Quando
olhei para as horas, estava o meu pai a entrar em casa e eu ainda sem o almoço
pronto.
- Ainda no sofá? – resmungou ele
- O almoço está na cozinha
- Que rica filhinha, preparou o almoço
ao pai
- Só tens que o fazer – pisquei-lhe o
olho em tom de brincadeira
- Estás a gozar Magda? – levantei-me
logo do sofá para não se chatear e fui preparar o almoço.
A minha sorte é que era para fazer
coisas rápidas, senão estava lixada. Fiz tudo num instante e entretanto a minha
mãe também tinha chegado a casa. Servi o almoço, comemos e pouco antes de
terminar.
- Tenho um pedido a fazer?
- Diz – disse a minha
mãe
- Sabem que estou na semana da queima,
semana de férias então gostaria de saber se me deixam ir passar esta semana a
Lisboa com a Carol – olhei
para eles – posso?
- E quando ias?
- Amanhã de manhã
- Já?
- Aproveitar a semana – pisquei o
olho
- Não sei se é boa ideia
- Ó vá lá, em vez de gastar dinheiro
na queima, em bebedeiras e afins, gasto em férias decentes, com a minha amiga.
Sabem que é complicado ela vir cá e quando vem estamos pouco tempo juntas.
- Pronto vai lá para Lisboa – disse o meu
pai
- Podes ir mas trás pasteis de Belém – respondeu a
minha mãe
- Depois queixaste que estás gorda
- Vá, não abuses senão ficas em casa
- Pronto pronto, não digo mais nada – levantei-me
para ir para a sala
- Ó menina, tens a loucinha para
arrumar que nós vamos trabalhar
- Deixa assim que mais daqui a pouco
venho arrumar –
fui para a sala
Durante a tarde lá dei um jeito à
cozinha, vi umas séries, estive na internet e ao final do dia a minha amiga
ligou
- Estou?
- Já me podes dizer porque querias o
número do outro?
- Estás curiosa
- Pois estou conta lá
- Tomei uma decisão e precisava da
ajuda dele
- Sobre?
- O teu amigo Osvaldo
- Vais voltar para aquele palhaço?
- Pára de ser assim com ele
- Já sabes que adoro pegar com ele
- Começo a ficar preocupada
- Não precisas amiga! Mas conta lá o
que vais fazer
- Recebes-me em tua casa por uma
semana?
- Óbvio que sim, quando vens?
- Amanhã de manhã estou aí
- O quê? – gritou ela
- Olha os meus ouvidos!
- Desculpa
- O teu amiguinho vai-me ajudar a
preparar uma cena para o Nico
- Tens a certeza do que vais fazer? É
isso mesmo que queres?
- Sim, tenho a certeza absoluta!
- Então tens o meu apoio mas se for
preciso dar-lhe uns bons tabefes diz – soltei uma gargalhada
- Não será preciso mas fica a dica
- Tens é que me contar o que te fez
mudar de ideias assim do nada
- Se tu soubesses
- Podes começar a contar
- Naaaaa vais ter que esperar até
chegar aí
- Com sorte só estou contigo na quarta
- Ei tenho intenções de ir dormir a
tua casa amanhã
- Si si si, então se fizerem as pazes,
vais mesmo dormir
- Que estás a querer insinuar Carolina
Maria?
- Nada nada
- Espero bem que não seja nada, sabes
que não sou assim
- I know, estou a gozar contigo
- Acho bem
- Olha, provavelmente, quando chegares
estarei a trabalhar por isso, depois passa no Colombo
- Depois eu ligo-te ou mando mensagem
- Está bem! Avisa quando saíres daí e
quando chegares cá também
- Sim, mãezinha
- O trauma nunca mais passa
- Estou a ver que sim! E sobre o outro
tipo, novidades?
- Quem? O Afonso?
- Sim esse
- Eu ontem seguiu-o no insta e ele
seguiu de volta
- Não lhe mandaste nada?
- Não
- E ele não disse nada?
- Até à hora de almoço não tinha nada
- Quando lá fores vais ter mensagem
dele aposto
- Não vou nada, deixa-o estar
sossegado
- Ele quer a vossa foto
- Bem que espera sentado
- Coitado
- Quis armar-se em engraçadinho agora
lixa-se
- Carol um, Afonso zero
- I win
- Quase
- Olha vou masé fazer o jantar que não
tenho quem me o faça
- O que vais fazer?
- Sopa e legumes salteados com atum
- Que saudável
- Tem que ser, manter a linha
- Fazes bem. Até logo
- Hasta – desliguei e fui ter com a minha mãe à cozinha para
ver se precisava de ajuda------------------
(Nico)
Hoje que podia dormir um pouco mais pois
estamos de folga, tive de me levantar cedo porque o Licha quer que vá com ele ao Cristo Rei agora de manhã e depois
ir almoçar a qualquer lado, provavelmente vamos ao Parque das Nações, como
sempre. Ainda tentei que fossemos de tarde ao Cristo mas não, “tem de ser de
manhã, de tarde não dava”, dizia ele. São 10h30 e ele já está lá fora a apitar
para eu sair, peguei no casaco, telemóvel e na carteira e saí.
- Buenos dias – saudou-me
todo alegre
- Buenos dias
- Pronto para o nosso passeio matinal?
–
arrancou com o carro
- Ainda me vais explicar porque teve
que ser a esta hora
- Assim não está lá tanta gente,
aquilo ao final da manhã está sempre cheio e depois não param de pedir fotos e
autógrafos
- Não tinha pensado nisso, boa Lichi –
Afinal
o rapaz tinha razão, continuamos o caminho a conversar
Quando chegamos ao recinto, ele
parou o carro junto à escadaria e disse
- Sai aqui e vai indo, que vou só
estacionar ali na sombra e já vou ter contigo
- Posso ir contigo
- Não é preciso, eu ainda sei
estacionar sozinho
- ok ok – achei aquilo
um pouco estranho mas saí e fui indo para a parte da frente.
“Não venho aqui desde que beijei a
Magda pela primeira vez” pensei eu para os meus botões. Aproximei-me da vedação
para ver melhor a paisagem e encostei-me lá, olhando para o rio Tejo. É
realmente uma paisagem muito linda! Estava distraído nos meus pensamentos
quando alguém me tocou no ombro, olhei para trás
- Estava a ver que… que fazes aqui?------------------
(Magda)
![]() |
| “Seja o que ele quiser #CristoRei #Lisboa” |
Passado
um pouco de espera, vi-o passar e a dirigir-se para a vedação. Fiquei a
observar e a ganhar coragem para me aproximar, enchi os pulmões de ar e
expulsei tudo de uma vez. Levantei-me, fui ter com ele e quando cheguei perto
toquei-lhe no ombro
- Estava a ver que…que fazes aqui? – perguntou ele
boquiaberto
- Olá – respondi
sorrindo e ele retribuiu o sorriso de imediato
- Hola – abanou a
cabeça – não sabia que estavas cá
- Cheguei agora
- Ahh o Lisandro deve estar a chegar
- Ele não vem
- Ahh??
- Ele só te veio cá deixar
- O quê? Tu combinaste isto com ele?
- Si si pero chega de perguntas antes
que eu perca a coragem e esqueça o que tenho para te dizer – fiz uma pausa
e vi na cara dele que não estava a perceber o que se estava a passar – isto parece muito estranho mas não podia
deixar passar mais tempo, tinha que resolver isto de uma vez! Eu só te quero
dizer que – respirei fundo – tenho
saudades tuas, tenho saudades nossas, saudades de estar contigo, dos nossos
passeios, das nossas brincadeiras, de ficar horas a falar contigo, das sessões
de cinema – ele sorria enquanto eu falava – de ver esse sorriso bobo mas que me deixa derretida, saudades de
simplesmente ficar a admirar-te, ver a alegria no teu rosto, de sentir o calor
do teu abraço, de sentir a tua respiração acelerada junto ao meu ouvido, de
sentir cada músculo meu tremer cada que nos beijávamos. Tenho saudades do que
eramos e quero isso de volta, entendes? – olhei para ele que continuava a
sorrir feito parvo, pegou na minha mão e com a outra colocou o meu cabelo atrás
da orelha, puxou-me para junto dele, colocando o braço esquerdo à volta da
minha cintura
- Entendo perfeitamente e fico feliz
de saber que queres o mesmo que eu – encostou os lábios dele aos meus e
parecia que me tinham tirado o mundo de cima naquele momento. Sorri, coloquei
as mãos na cara dele e beijei-o, um beijo de reconciliação, de saudade, de
paixão, de conforto, de carinho, de amor. Até senti a minha perninha levantar como
nos contos de fada – estava ver que
nunca mais ia ter isto de volta
- Que exagerado
- Sabes bem que eu fiz asneira, não
agi da melhor forma e por uma besteira pus tudo em causa
- Nisso tens razão, mas o que
interessa é que tentaste remediar a tempo e espero que não volte acontecer
- Não vai, prometo – deu-me um
beijo na testa – que vamos fazer agora?
- Agora vamos subir, vamos apreciar a
paisagem e depois vamos almoçar
- Estou a ver que tens tudo planeado – sorri, demos
as mãos e fomos comprar os bilhetes.
Depois de fazer a subida,
aproveitado para ver aquela vista magnifica sobre Lisboa e conversado um
bocadinho, decidimos ir almoçar pois a nossa barriga já estava a pedir e também
já era uma da tarde.
- Como vamos sair daqui? – perguntou ele
- Tenho carro
- Conduzo eu
- Nem penses, o carro é meu e eu é que
sei onde vamos
- Ok mas tem cuidado, não me posso
lesionar
- Até parece que não sei conduzir
- Não disse isso mas já sabemos como é
uma mulher a conduzir
- Vais já a pé!
- Estou a brincar, chinita – agarrou-se a
mim e deu-me um beijo na bochecha
Fomos para o carro, durante a viagem
ele ia implicando com a minha condução. Estava sempre a dizer: “dá o pisca”,
“reduz a velocidade na curva”, “tens que ter cuidado, eles têm prioridade”, e
isto começou a deixar-me irritada.
- Podes andar bocadinho mais depressa?
–
disse ele quando estávamos a passar a ponte.
Como já estava farta de o ouvir
reclamar, dei os quatro piscas, parei o carro e respondi
- Se estás com tantos problemas, sai – os carros
começaram todos a buzinar – passa por cima!!
- Tu estás maluca? Não podes parar
aqui!
- Ei, estou com os quatro piscas, por
isso... É como se fosse uma avaria
- Arranca lá com isso
- Estou à espera que saias, vai ter
comigo a Belém
- A sério Magda?
- Então pára de criticar a minha
condução
- Só tenho estado a pegar contigo mas
pronto vou o resto da viagem calado
- Acho bem – quando pude
arranquei com o carro e seguimos viagem –
uma pergunta, tu gostas e costumas comer pão-de-ló?- ouve silêncio no carro- Pronto polito agora já podes falar.
- Ahh sendo assim.. Si, gosto muito. Porque?
- Maldito sejas André – resmunguei
baixinho – apenas curiosidade minha -
continuamos a viagem a conversar, mas com música de fundo.
Deixamos o carro no parque de Alcântara
e fomos almoçar ao restaurante “Las Brasitas”, conhecido pelos pratos típicos
argentinos. Não sabia da sua existência mas o Lisandro indicou-me, disse que
costumam vir aqui várias vezes e achei que fosse uma excelente ideia.
- Magda, como sabias que eu ia estar
no Cristo Rei? –
perguntou-me enquanto esperávamos pela comida
- Tenho um dedinho que adivinha – ri-me
- Como se eu acreditasse nisso, diz lá
- Estou a brincar contigo. O teu
amiguinho ajudou-me
- Foi ele que te disse?
- No, eu é que ontem lhe liguei,
contei as minha intenções e ele quis ajudar
- Quais intenções?
- De fazer as pazes contigo, tonto.
Então disse-lhe para te convencer a irem lá para eu falar contigo
- E porquê ali?
- Porque achei que era um local
especial para nós, foi onde nos beijamos a primeira vez
- Lembrei-me disso quando saí do carro
- Vês? Estamos em sintonia – fiz uma
careta
- E quando vais para o Porto? Logo à
noite?
- Só no domingo – sorri e ele
retribuiu
- Gosto de saber isso. Vais ficar em
minha casa? –
soltei uma gargalhada
- Noo, vou ficar na casa da Carol
- Oh pelo menos hoje podes ficar em
minha casa?
- Acho que sim, depois tenho que lhe
ligar a avisar
- Está bem. Olha conheço umas certas
criaturas que vão adorar ver-te – o empregado trouxe o nosso pedido
- Quem?
- Os gémeos
- Eles ainda se lembram da minha
existência?
- Si, e noutro dia perguntaram por ti
- O que disseste?
- Que estavas com muito trabalho e não
dava para vires cá
- Obrigada.
- De nada. Amanhã podias marcar jantar
com todos, que dizes?
- Não pode ser na quinta? É que queria
estar com a minha amiga
- Ela também está convidada
- Ohhh mas não é a mesma coisa
- Si yo sé. Então vou marcar para
quinta
- Está bem – continuamos a
conversar durante o almoço.
Quando terminamos de comer, fui
pagar e depois fomos dar uma caminhada até Belém. Passamos pelo Palácio de
Belém, Padrão dos Descobrimentos até chegar à Torre de Belém. Ficamos um pouco
por ali a ver a paisagem e a tirar fotos.
- Posso fazer uma pergunta? – interrogou-me
quando voltávamos para trás
- Já estás a fazer
- Outra pergunta
- Claro que podes – atravessamos
para o lado do mosteiro dos Jerónimos
- O que te fez mudar de ideias?
- Se te contasse a verdade não
acreditavas
- Agora quero saber
- Não vale gozares comigo ok?
- Ok – contei-lhe
sobre o sonho que tive com o “passeio” do André
- E pronto quando acordei fiquei a
pensar no assunto, no porquê do meu subconsciente se ter lembrado disto. E
conclui que era isto que eu queria, estar novamente contigo, que este era o
momento ideal para o fazer – ele riu-se – não te rias, não tem piada
- Desculpa mas tem um bocadinho, tens
que admitir
- Tens razão – rimo-nos – mas também não queria que jogasses mais
vezes mal por minha causa – fiz-lhe uma careta
- Que piadinha – começou-me a
fazer cócegas
- Pára, pára! – olhei para o
lado e vi a loja dos pastéis de belém – espera aqui um bocado que já venho –
ele não percebeu nada mas acatou o meu pedido. Fui num pé e voltei noutro.
- Onde foste?
- Tratar de uma coisa
- O quê?
- Não sejas cusco
- Tantos segredinhos
- A seu tempo saberás – continuamos a
caminhar, depois de passar o palácio de Belém atravessamos a rua para junto do
rio, para irmos pela marginal. Lá havia menos gente e dava mais jeito fazer o
que eu queria – Nico?
- Si chinita – parei
- Eu nunca tive muito jeito para estas
coisas nem sem bem por onde começar
- Pelo inicio deve ajudar, no?
- Pois pelo início – respirei
fundo - podia ter escolhido milhões de
sítios, milhões de maneiras mas quando pensei nisto o primeiro local que me
veio em mente foi aqui mesmo, com esta vista. Sabes porquê? – acenou que
não – porque o nosso primeiro passeio
foi aqui, perguntei-te se estavas feliz
e tu disseste que sim pois estavas em boa companhia! Creio que foi aí
que se deu o click! O click que sentia algo mais por ti que uma simples
amizade, que tu eras especial, que queria que o momento se prolongasse por
muito tempo, que a felicidade não terminasse – fiz uma pausa – sei que sou complicada, não sou de
exprimir os meus sentimentos, tenho os meus defeitos e tenho os meus momentos
difíceis, apesar disto tudo gosto muito de ti e quero ficar contigo
- Eu também gosto …
- Deixa-me terminar! – engoli a seco,
fechei os olhos e disse muito rápido – Nico,
eu amo-te! – não tive tempo de recuperar o fôlego, senti de imediato os
lábios dele nos meus. Foi o beijo mais intenso, mais apaixonado, mais feliz,
mais caloroso, foi como se fosse o primeiro. Cada bocadinho do meu corpo tremia,
estava toda arrepiada! Só consegui agarrá-lo pela cintura e aproveitar o
momento.
- Amo-te chinita – deu-me um
beijo na testa e abracei-o
- Tenho uma coisa para ti – tirei da saca
dois pastéis de belém - da outra vez
foste tu, agora é a minha vez – olhei para ele – Osvaldo Fabián Nicolas Gaitán, queres namorar comigo? – soltou
uma pequena gargalhada, deu-me um beijo
- Claro que si princesa – pegou na
nata e deu uma trinca
- Não comas toda, vamos tirar uma foto - tirei a foto e postei no
insta| “ele quis assim <3” |
- Já posso comer?
- Si, gordito – comi a minha
nata também e seguimos para o carro
- E agora onde vamos? – olhei para o
relógio e já passavam das cinco e meia.
- Agora não tenho nada pensado
- Então vamos para minha casa, senão
nunca mais chegamos pois há sempre muito trânsito a esta hora
- Ok – tirei a chave
da carteira – pega, conduzes tu
- Tens a certeza?
- Sim, antes que volte a parar o carro
na ponte e te mande mesmo sair do carro – fiz-lhe uma careta – e além do mais tu sabes o caminho mais
rápido
- Gracias – entramos no
carro e seguimos para casa dele.
Durante a viagem liguei à Carolina para lhe avisar que
não ia dormir em casa dela, que estava à vontade para convidar o Licha para ir
lá. Ela ainda pediu pormenores do dia mas disse-lhe que amanhã falávamos.

Gostei muito. Parabéns. Podias publicar mais vezes capítulos ?
ResponderEliminarObrigada pelo comentário :)
EliminarÉ muito bom ler o feedback das pessoas!
Eu normalmente vou publicando à medida que escrevo
Adorei tanto que li todos os capítulos em 2 dias!! espero que publiques mais em breve!
ResponderEliminarmuito obrigada pelo comentário :)
Eliminaro próximo capítulo está para breve ;)
Não conhecia este blog, descobri através de outro blog. Já li os capítulos todos! Adorei a história! Quando sai o próximo capítulo? Beijinhos
ResponderEliminarobrigada pelo feedback :)
Eliminaro próximo capítulo sai em breve ;)